22/11/2019 | Contabilidade

Capítulo 4 da Série Essent Agro: Plantas daninhas, pragas e doenças


Por Essent Agro
Assessoria de Imprensa
Tempo de leitura: 2 minutos

Há algumas semanas, iniciamos a série Essent Agro “A Evolução da Agricultura”, abordando em vários tópicos as diversas mudanças ocorridas no campo nos últimos anos. Já falamos sobre manejo do solo, clima e sobre pesquisa e desenvolvimento. Agora nesta semana o tema é Plantas daninhas, pragas e doenças.

 

O manejo de plantas daninhas            

Falar do manejo de plantas daninhas, pragas e doenças na cultura da soja é um assunto que chama muito a atenção do produtor rural. Nos últimos anos, fazer o manejo destes de forma preventiva, consciente e assertiva tem se tornado cada vez mais importante para que se mantenham altos potenciais produtivos. Para podermos compreender a evolução que ocorreu dentro destes manejos precisamos voltar 20 anos no tempo.

Você que é produtor rural, técnico agrícola ou engenheiro agrônomo e já tinha contato com a agricultura em meados dos anos 2000, deve se lembrar como o manejo era digamos assim “tranquilo” e de baixo custo, isto porque a pressão era muito baixa comparada aos tempos atuais.

Naquela época manejar plantas daninhas era relativamente fácil, isto porque o glifosato tinha uma eficiência muito alta no controle, não existiam plantas resistentes e as dosagens eram baixas. Atualmente algumas plantas invasoras se tornaram resistentes ao uso do glifosato e mesmo em altas dosagens o controle é ineficiente, exigindo assim a combinação de outros ativos químicos e estratégias de manejo para que se atinja um resultado aceitável de controle.

O manejo de pragas evoluiu muito, naquela época o produtor quando fazia aplicação de inseticida era para o controle de lagartas, estas eram de fácil controle e muitas vezes não se fazia necessário o uso de inseticida devido a baixa pressão da praga. Atualmente o uso de inseticida aumentou e muito. Hoje a média no Brasil é de 3 aplicações para lagarta e, para percevejos, a média é de 2 entradas na lavoura, sem contar com o aparecimento de outras pragas.

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Controle de doenças no campo: ferrugem e óidio

Da mesma forma o controle de doenças era algo que o produtor praticamente não se preocupava, pois naquela época a principal doença da cultura era o oídio, doença esta que era facilmente controlada. A média Brasil era de 0,5 aplicações por hectare. Novas doenças entraram em cena, a principal em termos de severidade hoje é a ferrugem, podendo causar perdas acima de 70%. O óidio também evoluiu se tornando uma doença de difícil controle. A média Brasil do uso de fungicidas é de 3,6 aplicações por hectare.

Assim podemos observar que plantas daninhas, pragas e doenças evoluíram e continuarão evoluindo, aumentando cada vez mais o desafio de produzir de forma sustentável. Atualmente somos 7,7 Bi de habitantes, mas projeções apontam que em 2030 seremos cerca de 8,5 Bi de pessoas no mundo demandando muito mais por alimentos. Cabe então o desafio a toda cadeia de achar soluções sustentáveis para atender a esta demanda crescente e desafiadora.

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